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Arquivo da tag: design grafico

A Folha estreou uma página para reunir o melhor de sua produção gráfica.

Ela está disponível em folha.com/infograficos

A página, que será atualizada continuamente, reúne os principais infográficos produzidos pelo jornal, como o Folhacóptero –modelo criado pela Folha para visualização de dados na internet e na TV. Haverá artes com tecnologia HTML5, em Flash e a versão digital dos destaques do material publicado no jornal impresso.

Outros grandes jornais do mundo, como o espanhol “El País”, o americano “The New York Times” e o britânico “The Guardian” também criaram espaços para agrupar seu conteúdo visual.

“A produção de infográficos também para as plataformas digitais é uma tendência mundial”, diz o editor de Arte da Folha, Fábio Marra. “A união do conteúdo com o design sempre estiveram na história da Folha, que agora conta com ferramentas de interação, proporcionando ainda mais o didatismo e a clareza das informações.”

Fonte: Folha

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço público aprovou no dia 28 de maio de 2012 a proposta que regulamenta a profissão de designer (PL 1391/11). De acordo com o projeto, do deputado Penna (PV- SP), o exercício da profissão ficará reservado aos graduados em design ou em áreas afins, como comunicação visual, desenho industrial, programação visual, projeto de produto, design gráfico, design industrial, design de moda e design de produto.

De acordo com a proposta aprovada, também poderão ser registrados profissionais com pelo menos três anos de experiência até a data da publicação da nova lei.

O relator da proposta, deputado Efraim Filho (DEM-PB), lembrou que, desde 1980, cinco projetos sobre o mesmo tema já foram apresentados no Congresso e arquivados por motivos diversos. “É chegado o momento de retribuir o esforço dessa sacrificada profissão, outorgando-lhes um instrumento fundamental para o reconhecimento da classe e para a continuidade do desenvolvimento de atividade tão importante para a continuidade do desenvolvimento do mercado nacional de produtos e mensagens”, disse.

Fonte:http://auditionsbrasil.com.br

André Roberto de Souza Sanchez

www.andresanchez.com.br

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço público aprovou no dia 28 de maio de 2012 a proposta que regulamenta a profissão de designer (PL 1391/11). De acordo com o projeto, do deputado Penna (PV- SP), o exercício da profissão ficará reservado aos graduados em design ou em áreas afins, como comunicação visual, desenho industrial, programação visual, projeto de produto, design gráfico, design industrial, design de moda e design de produto.

De acordo com a proposta aprovada, também poderão ser registrados profissionais com pelo menos três anos de experiência até a data da publicação da nova lei.

O relator da proposta, deputado Efraim Filho (DEM-PB), lembrou que, desde 1980, cinco projetos sobre o mesmo tema já foram apresentados no Congresso e arquivados por motivos diversos. “É chegado o momento de retribuir o esforço dessa sacrificada profissão, outorgando-lhes um instrumento fundamental para o reconhecimento da classe e para a continuidade do desenvolvimento de atividade tão importante para a continuidade do desenvolvimento do mercado nacional de produtos e mensagens”, disse.

Fonte:http://auditionsbrasil.com.br

André Roberto de Souza Sanchez

www.andresanchez.com.br

Web design

O projeto de uma interface para web interage com muitas outras áreas além da visual, como é de costume na produção de um cardápio ou de um flyer ou uma peça gráfica em geral. É nessa linha que surgem os primeiros tropeços da falta de informação destes pseudo-webdesigners.

Acostumados a tratarem apenas do visual, deixam de lado a premissa mais importante da web hoje, o UCD (design centrado no usuário), que trata-se em priorizar os diferentes tipos de usuários avaliando suas capacitações e limitações.

A internet reproduz o mesmo site de diversas maneiras, as cores e a resolução mudam de monitor para monitor, a renderização de browser para browser, a velocidade de navegação de usuário para usuário, interferindo diretamente na percepção visual da página, ao contrário de um material impresso. Não apenas as limitações de hardware, deve-se compreender que falando de internet, tratamos de padrões rígidos que para serem quebrados devem ser estudados e testados de forma a descobrir seu sucesso. Denominamos de acessibilidade esses padrões invisíveis que se repetem em vários sites e tornam-se comuns, habituando o usuário. Por exemplo, a barra de busca encontra-se preferencialmente ao lado direito e ao topo; para retornar à página principal, normalmente clicamos na logo da empresa .
Mapa do tesouro da usabilidade

Tais fundamentos estão inseridos no usuário e muda-los drasticamente, tornará sua interface não-intuitiva, obrigando o usuário a pensar e exigindo uma curva de aprendizado para a navegação. No final frustrando-o.

Uma interface digital necessita interação e dinamismo, tudo acontece muito rápido, estamos há um click de outro site, a pressa ao usar o computador faz com que o usuário não tenha uma leitura atenta e navegue a partir da tentativa e erro. É preciso resumir e sintetizar a informação, de modo que seja encontrada rapidamente. Tendo agora mais uma área envolvida no projeto de um website denominada de “Arquitetura da informação” .

Passado essa turbulência, ainda temos mais um obstáculo pela frente, o programador, ou seja, aquele que irá desenvolver o front-end do website, tirá-lo do layout e aplicá-lo. Por ser apenas um designer e não um web designer ele não tem domino de xhtml e CSS, ferramentas básicas para criar a estruturação e a estilização da página, projetando-a como um impresso, alinhando todos os itens de um menu à esquerda e o último, por capricho, a direita.

Na montagem do layout é necessária mais uma classe para poder alinhar esse ultimo item, adicionando linhas de código ou até mesmo uma imagem a mais, aumentando o tempo de produção do programador e deixando o site mais pesado.
Diagrama para o webdesign

A interface web trabalha com marcações que trazem a idéia de padrões. Todo o título deve ser estilizado de forma similar para facilitar a identificação do usuário na página(acessibilidade) e pelo modo com que as linguagens de
marcações trabalham. A partir do momento que este designer aprender a implementar seu próprio layout vai entender o funcionamento e projetar pensando na montagem. Minimizando o tamanho do site e agilizando processo de produção.

O motivo desse desdenho em relação ao web design está no fato de ser uma área nova que cresce em tamanho e faturamento, absurdamente. A falta de um mercado sólido abre brechas para qualquer fundo de quintal se aventurar na construção de websites e a falta de profissionais capacitados obriga ou abre oportunidade para o designer gráfico se adptar, porem essa adaptação muitas vezes vem com a falta de informação e domínio do assunto não levando atenção necessária. Bastando contratar alguém que implemente os layouts e estará pronto para web. Essa idéia muitas vezes agrada o cliente nas primeiras impressões, mas não os seus usuários, tornando o website falho.

Um pouco da história da impressão…

O alemão aprimorou a impressão e revolucionou a história da informação
por Fred Linardi
Em meados de 1455, o ourives alemão Johannes Gutenberg realizou seu grande sonho. Após anos de pesquisas e trabalho duro, pegou nas mãos seu trunfo em forma de livro, impresso com uma técnica inédita e infalível: a prensa de tipos móveis. A técnica de impressão com moldes não era novidade – já tinha sido iniciada havia 14 séculos na China por meio da impressão de gravuras. Mas, agora, com a criação de Gutenberg, que moldara os tipos em um material bem mais resistente e durável que os usados pelos chineses, ela ficava muito mais eficaz e rápida. A impressão em massa, possibilitada a partir daí, transformaria a cultura ocidental para sempre.
Antes dela, cada cópia de livro exigia um escriba – que escrevia tudo a mão, página por página. Em 1424, por exemplo, a Universidade de Cambridge, no Reino Unido, possuía apenas 122 livros – e o preço de cada um era equivalente ao de uma fazenda ou vinícola. Gutenberg conseguiu, com seu invento, suprir a crescente necessidade por conhecimento da Europa rumo ao Renascimento. A partir do feito, a informação escrita deixou de ser exclusividade dos nobres e do clero. Até 1489, já havia prensas como a dele na Itália, França, Espanha, Holanda, Inglaterra e Dinamarca. Em 1500, cerca de 15 milhões de livros já haviam sido impressos.

Trabalho manual
A invenção do alemão mudou a história dos livros
1. Os Tipos
A impressão já existia na China. Mas os tipos eram talhados em madeira – e não possibilitavam o uso de tanta pressão para marcar bem o papel. A prensa de Gutenberg tinha placas de metal duro que serviam de molde para fundir quantos caracteres fossem necessários.
2. A composição
Nessa etapa, os caracteres eram juntados em páginas – uma forma com moldura de madeira, onde já havia retas que garantiam o alinhamento. As condições de trabalho do compositor eram cansativas – ele ficava o tempo todo sentado, com pouca mobilidade.
3. A tinta
A tinta que existia, à base de água, não oferecia boa aderência na hora da prensagem. Gutenberg usou uma tinta à base de óleo de linhaça e negro-de-fumo – que marcava bem o papel e não borrava. Ela era aplicada aos tipos móveis após ser impregnada em uma trouxa de pano.
4. A impressão
A forma ficava sobre uma pedra de mármore. O papel era colocado sobre os caracteres e emoldurado por madeira. A prensa, abaixo, era movimentada com uma barra, que movia a rosca. Na outra ponta, um prato de platina pressionava a folha nos caracteres.
5. O prelo
Como o prato de platina era pequeno, duas metades da mesma página eram impressas separadamente. O prelo descia duas vezes para imprimir cada página. Uma folha de feltro era colocada entre a página a ser impressa e a platina para melhorar o resultado.
6. O produto
O papel foi fundamental para a impressão dar certo. Antes dele, só o pergaminho e o velino proporcionavam boa absorção da tinta. Eles, porém, eram caros. O papel já vinha da China através da Arábia havia 200 anos, mas foi só no século 15 que seu uso se generalizou.
7. O criador
Ao contrário de sua invenção, o sucesso para Gutenberg durou pouco. Já em 1455, o inventor teve de pagar dívidas a Johann Fust, que se tornara seu sócio-investidor. Como a quantia era altíssima, Gutenberg pagou com a própria gráfica e metade da produção das Bíblias impressas.

Santo livro
Quase 200 Bíblias foram os primeiros livros impressos
Logo na primeira remessa, acredita-se que tenham sido feitas cerca de 135 Bíblias de papel e 45 de velino (papel de couro de vitela). Impressas em latim e com letras góticas – imitando a escrita –, suas páginas tinham 42 linhas divididas em duas colunas. Algumas contavam com traços decorativos feitos a mão. Devido à grossura dos exemplares – até 1300 páginas –, cada Bíblia tinha dois volumes. De todas elas, 48 sobrevivem até hoje em museus de diversos países. Antes delas, Gutenberg imprimiu algumas páginas soltas para testar sua invenção.

RAFAEL MARTINEZ !!!

Boa noite !!!

Como todos nós gostamos de ter uma boa imagem, mas nem sempre a natureza permite… rs

Encontrei um tutorial que ensina a tirar impurezas na pele, tornando assim, uma imagem melhor…

Passo para compartilhar com vocês

Se você tem dificuldade com photoshop, essa pode ser uma grande ajuda

http://tecnologia.uol.com.br/album/limpezapele_album.jhtm#fotoNav=1

 

Boa semana a todos

E bom feriado tbm

 

 

 

Luis Alberto

 

 

Boa noite !!!

Passando aqui para postar um pouco mais de informações para vocês !!!

 

Como é de conhecimentos de todos uma velha expressão ” A propaganda é a alma do negócio”, mostra a importância de divulgar – e divulgar bem – o produto ou serviço, conquistando mais clientes e assim fazendo girar o ciclo que chamamos de comércio.

E uma grande arma para a divulgação é o visual. Aquilo que acontece quando você bate o olho e ja te chama a atenção, sentindo aquela vontade de saber o sabor do produto, a funcionalidade e todo o conteúdo do produto.

Um exemplo disso é o que acontece quando vemos um cartaz de um filme, no cinema, que ja transmite a idéia do autor.

Nisso também é de responsabilidade do Design Grafico ao produzir uma arte que será cartaz de filmes, que ja atingi o publico, chamando para assisti a peça.

Agora, para sua apreciação, segue um site com uma lista dos 100 Cartazes de Filmes..

Cliquem no link e apreciem sem moderação

http://www.tccandler.com/columns/100_greatest_movie_posters.htm

Boa Leitura

 

Luis Alberto P. Buschin