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Muitos já ouviram falar em CANON e NIKON, ou até mesmo a LEICA como marcas de câmeras fotográficas.
Mas quando se fala em fotografia de grande formato a marca HASSELBLAD sai na frente. Além disso, foi essa marca de câmera usada para fotografar a lua por  Neil Armstrong em 1969:

Câmera utilizada por Neil Armstrong nas primeiras imagens da lua.

Primeira câmera utilizada no espaço pela NASA.

Hoje em dia podemos investir em um equipamento desses como nesse modelo 

Hasselblad H4D-200MS Digital Camera

  • 50Mp 36.7 x 49.1mm Sensor
  • 3.0″ LCD Display
  • 200Mp Multi-Shot Capture Technology
  • Ultra-Focus Engine
  • Shoots to CF Card / Tethered to Mac/PC
  • Lossless Compressed Hasselblad RAW 3FR
  • ISO 50-800
  • 128 to 1/800 Second Shutter Speed
  • Hasselblad H System Lens Mount

Preço:  $43,995.00      fonte: bhphovideo

fonte: HASSELBLAD

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A CANON lançou a EOS 5D Mark III 22MP full-frame DSLR, sucessora da famosa 5D Mark II.

  • Sensor full-frame de 22.3 Megapixel
  • 61 pontos de autofoco
  • Acima de 6 fps
  • Sensibilidade nativo de ISO 100 – 25.600
  • Vídeo Full HD com controle manual
  • Processador DIGIC 5+ 14-bit
  • Vedação reforçada
  • Visor de 3.2 pol
  • Modo HDR
  • Durabilidade do obturador em 150.000

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fonte: dpreview e canon

A japonesa Nikon anunciou no dia 06/02/2012, o lançamento de sua nova DSLR: a Nikon D800. Com a maior resolução do mercado, incríveis 36.3 megapixels em um sensor CMOS (7360 x 4912), a promessa da nova câmera da Nikon com certeza é a nitidez da imagem e facilitar a vida do fotógrafo profissional com tamanha resolução.

Com um ISO que vai de 100 a 6.400, ideal para cliques em baixa luminosidade, diminuindo a captação de ruídos, seja na capturação em JPEG ou RAW. Outro fato que chama atenção é o sistema de Reconhecimento de Cena, com o sistema “Color Matrix Meter III” desenvolvido pela marca, conta com uma medição precisa de luz. Esse novo sensor também tem o poder de detectar rostos corrigindo a exposição mesmo com uma forte luz de fundo.

O novo lançamento da marca japonesa conta com o processador de imagem EXPEED 3, encontrado no último lançamento da Nikon, o modelo D4, tão comentado no início de janeiro. O mecanismo de processamento chama atenção pela rapidez de resposta da câmera, auxiliando o fotógrafo na capturação.

No quesito vídeo, a D800 não fica atrás. Captação em FULL HD 1080p a 30/24p e HD 720 a 60p. O diferencial da nova câmera é a saída HDMI que permite transmitir um sinal de imagem diretamente para fora da câmera, transmitindo diretamente para um monitor externo.

A Nikon D800 chega aos mercados em março pelo valor de US$3.000.

Abaixo, um video de apresentação da nova Nikon D800

Fonte: Iphoto Editora

André Sanchez

www.andresanchez.com.br

O Designer Yeon Su Kim desenvolveu um novo conceito para as câmeras fotográficas digitais. Inspirado no estilo da Apple, a Air Camera dispensa tudo aquilo que não é necessário e funciona exclusivamente pelo controle de dois dedos.

Com uma lente de câmera e um botão de obturador com sensor de movimento, cada um acoplado a uma estrutura de silicone, a Air Camera permite a captura de momentos preciosos em gestos simples e rápidos. Após o usuário tirar as fotografias, as imagens são transferidas para um smartphone sincronizado com a máquina.

Para bater as fotos, basta colocar a parte que contém a lente no polegar e a que traz o obturador no indicador, e depois é só “clicar” no ar. Também é possível produzir vídeos com o equipamento. Nesse caso, o usuário deve curvar os dedos, simulando a lente de uma câmera de vídeo. A tensão entre os movimentos dos dedos aciona o botão do obturador para funcionar.

João Paulo Macedo

Olá Pessoal,

Está rodando na net muitos email com fotos que “mexem”, e por isso resolvi postar um tutorial que achei interessante sobre o assunto.

Tudo começou durante a Nova York Fashion Week, em fevereiro deste ano. “Queríamos uma maneira mais fiel de mostrar para o público a experiência de estar numa semana de moda”, diz o webdesigner Kevin Burg. “Pensamos em um vídeo, mas para transmitir a informação mais rápído, achamos que uma imagem em movimento seria melhor.” Assim, Burg e sua noiva, a fotógrafa Jamie Beck, começaram a aumentar o status dos gifs animados, deixando-os próximos da arte.

O trabalho da dupla ganhou maior notoriedade no final de abril, após uma série especial com a modelo canadense Coco Rocha. As imagens, publicadas no blog de Jamie, correram a internet e impressionaram pela qualidade e a riqueza de detalhes nos movimentos sutis.

“Trabalhar com Coco é inacreditável. Ela se move como uma artista em frente à câmera e adiciona algo de especial a cada clique”, derrete-se Kevin.

O segredo do sucesso parece estar no trabalho lento e perfeccionista que o casal faz. “É um processo quase de frame a frame”, diz Kevin, que utiliza o Photoshop e o After Effects para dar o efeito especial às fotografias tiradas por Jamie. Além disso, a escolha da imagem a ser animada é muito importante, como em uma fotografia normal, explica o webdesigner.

“Passamos a ver movimento em situações do cotidiano que nem notávamos antes. Tem sido muito interessante”, comenta. “Para nós, é como se o mundo todo pudesse ser fotografado de novo.”

Kevin ressalta que o formato de gif é apenas um meio utilizado pela dupla para transmitir sua mensagem. Para ele, eles estão criando um novo tipo de fotografia que, apesar de utilizar a tecnologia para ser feita, está muito próxima das fotos analógicas.

“Com as máquinas digitais, você pode ver no set se já possui o que queria”, explica. “Nós nunca temos ideia do resultado até o final da edição das imagens.” Para ele, o trabalho da dupla é como uma reação à instantaneidade da fotografia digital – e Kevin parece muito à vontade com isso. “Há algo em nosso processo imperfeito que nos dá liberdade e nos força a lidar com o desconhecido”, argumenta.

Além dos trabalhos com as imagens em movimento, Kevin, 29 anos, é sócio de uma agência de design para a internet em Nova York. Ele cria layouts para sites e blogs e faz ilustrações.

Jamie, 28 anos anos, trabalha há cinco como fotógrafa profissional, tendo colaborado com publicações como Rue Magazine e o jornal The New York Times. Devido à sua paixão por moda – e por fotógrafos de moda – começou a carreira na área, mas também trabalha com fotos de turismo, comida e lifestyle. Os dois planejam se casar em 2012.

Veja abaixo exemplos do trabalho do casal:

 

Fonte: Último Segundo

 

 

André Sanchez

www.andresanche.com.br

 

As imagens tridimensionais vieram para redefiniro mundo da fotografia? Conheça as novas tecnologias e decida.

 Por Rod Lawton

A fotografia 3D é a tentativa de capturar e retratar o mundo em três dimensões e criar uma impressão de profundidade que faz parecer que você está olhando “na” imagem ao invés de olhar “para” ela. O assunto chegou às manchetes da imprensa fotográfica no começo de 2010, por causa da câmera Real 3D W1 da Fujifilm. Mas embora essa tenha sido a primeira câmera digital a capturar imagens tridimensionais, não se trata da primeira câmera 3D. Na verdade a fotografia 3D, ou estereoscópica, remonta aos primeiros tempos da arte fotográfica, no século 19.

Porém, é bom deixar claro desde já que essa fotografia 3D não é a mesma coisa que as imagens geradas pelos programas de modelagem 3D, nem as obtidas pelos scanners 3D aplicados na medicina. Estas técnicas criam objetos tridimensionais genuínos (ou “virtuais”, já que não têm existência concreta no mundo físico), que podem ser rotacionados e examinados de qualquer ângulo. A fotografia 3D lança mão de uma técnica mais simples. Ela não tenta capturar uma imagem completa em três dimensões. Registra duas versões de uma cena, correspondentes ao que seri a visto pelo olho esquerdo e pelo direito do observador. Essa visão “binocular” cria a ilusão de profundidade e funciona graças ao fenômeno da paralaxe, que é a diferença entre imagens de uma mesma cena captadas de posições ligeiramente distintas. Como os olhos esquerdo e direito veem a cena de duas posições diferentes, os objetos ocupam posições levemente diferentes nas duas imagens, e essa diferença é relacionada à distância entre cada objeto e cada olho. O que você “vê” é uma imagem única que seu cérebro monta a partir das imagens separadas enviadas pelo olho esquerdo e direito, usando as pequenas diferenças na paralaxe para extrair a impressão de profundidade. As fabricantes de câmeras usam o termo “3D” em um sentido bastante amplo, para indicar a sensação de três dimensões e não uma cena tridimensional verdadeira, dentro da qual você pudesse se mover. Estritamente falando, trata-se da ressurreição da antiga fotografia estereoscópica, embora o cérebro seja tão bom em recriar a ilusão de profundidade com fotos estereoscópicas que a imagem fica parecendo tridimensional de verdade.

O processo estereoscópico/3D tem duas partes. A primeira é a captura de imagens estereoscópicas em pares, e a segunda é exibi-las de forma que nosso cérebro possa reuni-las em uma única imagem tridimensional na mente. A primeira parte é relativamente fácil. Diversos fabricantes já fizeram câmeras estereoscópicas, que consistem, geralmente, em duas objetivas lado a lado, criando duas imagens “gêmeas” em pedaços de filme separados. Um método alternativo é usar uma câmera só, tirando duas
fotos seguidas e movendo a câmera lateralmente entre uma foto e a outra. Esse método da exposição em pares é simples e pode ser feito com qualquer câmera, mas não serve para objetos em movimento. Quaisquer erros na composição podem causar problemas. Por exemplo, se houver um carro ou uma árvore na borda de uma imagem, mas não na outra, eles aparecerão como uma “meia-imagem” fantasma na foto combinada.

A câmera FinePìx W1 da Fujifilm opta pelo método mais sofisticado, combinando duas câmeras em um único corpo. Quando o disparador é pressionado, ambas as câmeras registram a mesma imagem de duas posições ligeiramente diferentes. Essas duas imagens são combinadas para produzir a imagem estereoscópica, salva em um formato de arquivo proprietário). Um atrativo adicional da Fujifilm é que ela pode agir como duas câmeras independentes para imagens bidimensionais; por exemplo, para tirar duas fotos simultaneamente a diferentes ISOs ou com ajustes de zoom diferentes.

Mas a criação das imagens estereoscópicas não é tão direto assim. Há muito tempo, descobriu-se que a linha-base estereoscópica (a distância entre os dois pontos de vista) deve ser alterada de acordo com a distância entre as figuras. Quanto mais longe elas estiverem, mais ampla dever ser a linha-base para fazêlas parecer estar a distâncias diferentes. Ao fotografar imagens estereoscópicas manualmente, movendo a câmera entre as exposições, isso não é difícil de fazer (embora os cálculos sejam complicados). Embora uma câmera com lentes gêmeas facilite a obtenção de imagens estereoscópicas, a configuração fica restrita a uma distância fixa de linha-base. De fato, a Fujifilm sugere que os assuntos devem estar a uma distância de 3 a 5 metros da câmera; que as figuras distantes (paisagens, por exemplo) não mostrarão um efeito 3D notável; e que imagens em close não são recomendadas, porque o efeito de paralaxe seria forte demais.

A paralaxe é essencial na fotografia estereoscópica, e não é apenas a distância entre as lentes que importa, mas também sua convergência, fazendo com que as duas imagens do assunto se sobreponham. Na fotografia estereoscópica, o termo é usado quando as duas lentes apontam para um ponto específico diante da câmera, ao invés de estarem perfeitamente paralelas. Nossos olhos convergem da mesma maneira sobre o objeto que estamos observando. Numa foto estereoscópica em grande escala, você moveria a câmera em um arco ao redor do assunto para fazer a segunda imagem, ao invés de apenas deslocá-la de lado. O ajuste de paralaxe na Fujifilm W1 faz o mesmo, mas em miniatura. A câmera acerta a paralaxe automaticamente, mas dá para mudá-la na mão na hora de clicar ou posteriormente, usando o software fornecido em um computador (o formato 3D da Fujifilm armazena as imagens “descombinadas” até que você as exporte em um formato 2D comum). Mas isso tudo não se compara à dificuldade de exibir as imagens tridimensionais de um jeito fácil para que o olho e o cérebro humano as processem. Muitos métodos já foram usados ao longo dos anos, cada um com seus prós e contras. Alguns dos mais bemsucedidos separam fisicamente as imagens do olho esquerdo e olho direito com lentes ou visualizadores especiais, mas eles são desajeitados e restringem o tamanho da imagem. O sistema 3D ideal não exigiria equipamento para visualização, permitiria que imagens maiores fossem vistas, ou as duas coisas. Três métodos são usados: visualização livre lado a lado, óculos 3D e displays lenticulares.As imagens tridimensionais vieram para redefiniro mundo da fotografia? Conheça as novas tecnologias e decida.
Esta imagem aparecerá em 3D quando vistas com os óculos apropriados, com o filtro vermelho sobre o olho esquerdo e o azul sobre o olho direito

A visualização livre é método o mais simples, mas requer concentração e destreza visual. Você pega as duas fotos e as exibe lado a lado. Veja o quadro na página seguinte para descobrir como visualizá-las.

Essa técnica não é simples de fazer, e um sistema bem mais confiável se faz necessário, caso o 3D tenha de funcionar em escala comercial. Isso foi conseguido com os óculos 3D coloridos. Eles foram populares na década de 1950, mas o princípio, chamado anaglifo, é perfeitamente válido ainda hoje. Recentemente foi usado em programas de televisão e em ensaio sensual numa revista masculina. As “lentes” dos óculos (normalmente, um filme plástico transparente) têm duas cores contrastantes que respondem a fotos 3D especialmente processadas, consistindo em duas imagens estereoscópicas sobrepostas. Graças aos filtros coloridos, o olho esquerdo vê somente a imagem destinada ao olho esquerdo, o outro olho vê a imagem direita, e o cérebro “decodifica” o 3D. Funciona, mas surgem efeitos de cor residuais na visão e, quando você estiver sem os óculos, os objetos apresentarão uma franja colorida. Portanto, o sistema é bem limitado, e embora seu uso traga um gostinho de novidade, ele logo se desgasta e se torna uma inconveniência que adoraríamos evitar.

É por isso que os displays lenticulares estão rapidamente ganhando terreno como a melhor solução para exibição em 3D. Mesmo esses não são novidade. O que aumenta seu interesse hoje em dia, porém, é que as técnicas modernas de fabricação possibilitam produzi-los por um preço e um nível de exatidão óptica que não era possível antes, chegando mesmo ao ponto de ser possível fabricar TVs 3D que não necessitam óculos.

O princípio não é muito complicado. Como nos outros métodos, a ideia é tornar uma imagem visível apenas ao olho esquerdo e outra apenas ao olho direito. Isso é feito “entrelaçando” as duas imagens em finas tiras verticais alternadas e fazendo com que o olho esquerdo veja apenas as “tiras” da imagem “esquerda” e o olho direito apenas as da imagem “direita”. Isso pode ser feito com uma espécie de defletor cuidadosamente posicionado acima da imagem, e o visualizador Real 3D Viewer da FujiFilm usa esse “Sistema de Barreira de Paralaxe” para produzir seu efeito tridimensional. Outro método é redirecionar opticamente as imagens direita e esquerda com prismas. O display na parte de trás da câmera Real 3D usa esse método, que a Fujifilm chama de “Sistema de Controle da Direção da Luz”. Outros displays 3D usam microlentes para obter um resultado semelhante, defletindo a luz de tal maneira que os olhos esquerdo e direito veem duas imagens separadamente. Essa é a tecnologia que poderá alimentar a próxima geração de TVs 3D. Pode soar como ficção científica, mas os princípios ópticos são bem conhecidos e os métodos de fabricação já foram testados e experimentados, embora não necessariamente nessa escala ou com esse tipo de resolução. De fato, todos já vimos muitos exemplos de displays 3D. Entre eles estão as telas de propaganda em terminais de aeroportos, por exemplo, ou adesivos “holográficos” em embalagens. O que falta é um jeito de produzir equivalentes em alta resolução a um preço acessível para o mercado da fotografia 3D. As impressões tridimensionais da FinePìx W1 devem ser enviadas ao Japão para ser processadas. Trata-se de um serviço especializado que exige uma fábrica construída só para isso, mas é claro que se o 3D ganhar espaço, laboratórios 3D independentes poderão aparecer perto de nossa casa.

Se você visitar o site de impressão da Fujifilm (www. fujifilmreal3d.com), verá no guia que existem algumas restrições e limitações para tirar fotos 3D. Não basta só apontar e clicar – pelo menos, não ainda. É preciso ter esmero, atenção e ater-se a certos tipos de assuntos.

Por fim, vale a pergunta: por que a fotografia 3D não “pegou” antes? Não foi necessariamente por falta de tecnologia; já é possível fazer e ver imagens estereoscópicas há mais de um século. O problema real é a demanda comercial por esse tipo de coisa. O efeito de profundidade pode impressionar, mas será algo essencial? Já obtemos muita satisfação e inspiração com imagens bidimensionais comuns, e para muitas pessoas o 3D será uma novidade visual fascinante, mas não necessariamente aumentará o significado e a importância da imagem em si, podendo inclusive restringir o tipo de imagem a ser produzido.

O contra-argumento a favor do “estéreo” é que ele poderá fazer pela fotografia aquilo que fez há 50 anos pela música, acrescentando uma profundidade e uma riqueza que nunca haviam sido possíveis antes. Só o tempo dirá se isso irá se realizar.

As imagens tridimensionais vieram para redefiniro mundo da fotografia? Conheça as novas tecnologias e decida.


A fotografia estereoscópica já existia e nunca causou grande impressão no mercado fotográfico. Por que a tecnologia Real 3D da Fujifilm faria melhor? É que o 3D vem ganhando terreno em três áreas distintas, não apenas uma, e pode muito bem atingir a “massa crítica” que estimula a demanda no mercado de consumo. O cinema 3D voltou aos holofotes, graças a filmes como o Avatar de James Cameron, e muitas marcas de TVs desenvolveram modelos 3D na esteira desse sucesso. As telas Bravia 3DTV da Sony necessitam óculos especiais com “obturadores eletrônicos” que exibem a imagem em cada olho em sincronia com sua geração na tela. Os aparelhos lenticulares WOWvx da Phillips já não exigem óculos de nenhum tipo; a empresa afirma que o efeito funciona em um ângulo de visão bastante amplo, permitindo que várias pessoas vejam a tela ao mesmo tempo.

Como são produzidas as fotos em 3D

ASSUNTO ADEQUADO

Em princípio, todo assunto é adequado para uma foto 3D. Figuras mais próximas são geralmente melhores, porque a linha-base fixa entre as lentes faz o efeito enfraquecer com a distância.

 

O QUE A CÂMERA REGISTRA

A câmera faz duas fotos simultaneamente. Como a posição das duas lentes varia, a perspectiva apresenta uma diferença sutil ou relação de paralaxe entre os objetos a diferentes distâncias.

 

COMBINAÇÃO DAS IMAGENS

Na fotografia estereoscópica tradicional, as duas imagens seriam armazenadas separadamente. Na FinePix W1, elas são mescladas em uma única imagem tridimensional, que usa a correção de paralaxe para alinhar as imagens gêmeas.

 

EXIBIÇÃO DAS IMAGENS

Você precisa de um meio especial de exibição para criar o efeito de 3D. Isso pode ser obtido com um display lenticular, que entrelaça ambas as imagens e usa lentes ou barreiras de paralaxe para garantir que o olho esquerdo veja apenas a imagem da esquerda e o olho direito, apenas a da direita.

Faça você mesmo!

A “visualização livre” é o tipo mais difícil de 3D, mas você pode experimentá-lo sem nenhum equipamento especial e usando a sua própria câmera. O segredo está na maneira como você visualiza as imagens, que vem explicado abaixo. Primeiro, entretanto, é preciso fazer as fotos. Basta tirar uma foto, mover a câmera alguns centímetros para o lado e tirar outra. É melhor usar um tripé, mas caso não possa, tente manter o enquadramento de ambas as fotos tão similar quanto possível. Imprima as duas imagens lado a lado. É necessário desenvolver a técnica correta para enxergar o efeito 3D:

A Eis as duas imagens lado a lado como você as vê normalmente (a propósito, o que mostramos aqui é apenas uma ilustração e, embora você possa praticar com estas fotos, elas não mostrarão um efeito 3D).

B  Olhe para estas imagens, mas focalize os olhos deliberadamente “atrás” delas, no infinito. isso criará duas imagens “fantasma” adicionais. Mas, controlando o foco de seus olhos, você poderá sobrepor as duas imagens “fantasma” centrais. afaste a revista um pouco para facilitar.

C Você precisa relaxar e permitir que a imagem central sobreposta entre em foco “sozinha”; não adianta tentar “forçá-la”. Se tudo der certo, a imagem central assumirá uma impressionante aparência tridimensional.