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E aí pessoal, tudo bem ?

Passando mais uma vez para postar algo novo na área do Design.

Recebi essa semana por e-mail essas imagens.

São camisetas da marca Moutainom que são muito realistas e que dão a impressão de que estão saltando da camisa.

Veja o brilhante trabalho e o resultado magnifico que ficou

Escolha ja a sua … rs

 

 

Luis Alberto

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Todos nós sabemos a importância do mundo 3D seja para viabilizar cenários ou para diminuir custos na produção de filme e outros.

Este lindo mundo 3D evoluiu muito, a utilização de softwares cada vez mais poderosos e específicos para esse mundo aumentou, dentro desse mundo já ouvimos falar de alguns deles como 3ds Max, Maya e outros, mas nesta matéria veremos alguns novos softwares (ao menos para mim).

Veremos na matéria realizada pelo programa reclame do MULTISHOW, que desvenda os segredos da computação gráfica. Assuntos como tecnologia 3D, softwares, games e filmes são abordados.

A matéria conta com entrevistas com grandes designers gráficos, entre eles Neil Huxley, diretor de arte do filme Avatar e Neville Page, designer de criaturas do mesmo filme.

Confira a matéria.

João Paulo Macedo

As imagens tridimensionais vieram para redefiniro mundo da fotografia? Conheça as novas tecnologias e decida.

 Por Rod Lawton

A fotografia 3D é a tentativa de capturar e retratar o mundo em três dimensões e criar uma impressão de profundidade que faz parecer que você está olhando “na” imagem ao invés de olhar “para” ela. O assunto chegou às manchetes da imprensa fotográfica no começo de 2010, por causa da câmera Real 3D W1 da Fujifilm. Mas embora essa tenha sido a primeira câmera digital a capturar imagens tridimensionais, não se trata da primeira câmera 3D. Na verdade a fotografia 3D, ou estereoscópica, remonta aos primeiros tempos da arte fotográfica, no século 19.

Porém, é bom deixar claro desde já que essa fotografia 3D não é a mesma coisa que as imagens geradas pelos programas de modelagem 3D, nem as obtidas pelos scanners 3D aplicados na medicina. Estas técnicas criam objetos tridimensionais genuínos (ou “virtuais”, já que não têm existência concreta no mundo físico), que podem ser rotacionados e examinados de qualquer ângulo. A fotografia 3D lança mão de uma técnica mais simples. Ela não tenta capturar uma imagem completa em três dimensões. Registra duas versões de uma cena, correspondentes ao que seri a visto pelo olho esquerdo e pelo direito do observador. Essa visão “binocular” cria a ilusão de profundidade e funciona graças ao fenômeno da paralaxe, que é a diferença entre imagens de uma mesma cena captadas de posições ligeiramente distintas. Como os olhos esquerdo e direito veem a cena de duas posições diferentes, os objetos ocupam posições levemente diferentes nas duas imagens, e essa diferença é relacionada à distância entre cada objeto e cada olho. O que você “vê” é uma imagem única que seu cérebro monta a partir das imagens separadas enviadas pelo olho esquerdo e direito, usando as pequenas diferenças na paralaxe para extrair a impressão de profundidade. As fabricantes de câmeras usam o termo “3D” em um sentido bastante amplo, para indicar a sensação de três dimensões e não uma cena tridimensional verdadeira, dentro da qual você pudesse se mover. Estritamente falando, trata-se da ressurreição da antiga fotografia estereoscópica, embora o cérebro seja tão bom em recriar a ilusão de profundidade com fotos estereoscópicas que a imagem fica parecendo tridimensional de verdade.

O processo estereoscópico/3D tem duas partes. A primeira é a captura de imagens estereoscópicas em pares, e a segunda é exibi-las de forma que nosso cérebro possa reuni-las em uma única imagem tridimensional na mente. A primeira parte é relativamente fácil. Diversos fabricantes já fizeram câmeras estereoscópicas, que consistem, geralmente, em duas objetivas lado a lado, criando duas imagens “gêmeas” em pedaços de filme separados. Um método alternativo é usar uma câmera só, tirando duas
fotos seguidas e movendo a câmera lateralmente entre uma foto e a outra. Esse método da exposição em pares é simples e pode ser feito com qualquer câmera, mas não serve para objetos em movimento. Quaisquer erros na composição podem causar problemas. Por exemplo, se houver um carro ou uma árvore na borda de uma imagem, mas não na outra, eles aparecerão como uma “meia-imagem” fantasma na foto combinada.

A câmera FinePìx W1 da Fujifilm opta pelo método mais sofisticado, combinando duas câmeras em um único corpo. Quando o disparador é pressionado, ambas as câmeras registram a mesma imagem de duas posições ligeiramente diferentes. Essas duas imagens são combinadas para produzir a imagem estereoscópica, salva em um formato de arquivo proprietário). Um atrativo adicional da Fujifilm é que ela pode agir como duas câmeras independentes para imagens bidimensionais; por exemplo, para tirar duas fotos simultaneamente a diferentes ISOs ou com ajustes de zoom diferentes.

Mas a criação das imagens estereoscópicas não é tão direto assim. Há muito tempo, descobriu-se que a linha-base estereoscópica (a distância entre os dois pontos de vista) deve ser alterada de acordo com a distância entre as figuras. Quanto mais longe elas estiverem, mais ampla dever ser a linha-base para fazêlas parecer estar a distâncias diferentes. Ao fotografar imagens estereoscópicas manualmente, movendo a câmera entre as exposições, isso não é difícil de fazer (embora os cálculos sejam complicados). Embora uma câmera com lentes gêmeas facilite a obtenção de imagens estereoscópicas, a configuração fica restrita a uma distância fixa de linha-base. De fato, a Fujifilm sugere que os assuntos devem estar a uma distância de 3 a 5 metros da câmera; que as figuras distantes (paisagens, por exemplo) não mostrarão um efeito 3D notável; e que imagens em close não são recomendadas, porque o efeito de paralaxe seria forte demais.

A paralaxe é essencial na fotografia estereoscópica, e não é apenas a distância entre as lentes que importa, mas também sua convergência, fazendo com que as duas imagens do assunto se sobreponham. Na fotografia estereoscópica, o termo é usado quando as duas lentes apontam para um ponto específico diante da câmera, ao invés de estarem perfeitamente paralelas. Nossos olhos convergem da mesma maneira sobre o objeto que estamos observando. Numa foto estereoscópica em grande escala, você moveria a câmera em um arco ao redor do assunto para fazer a segunda imagem, ao invés de apenas deslocá-la de lado. O ajuste de paralaxe na Fujifilm W1 faz o mesmo, mas em miniatura. A câmera acerta a paralaxe automaticamente, mas dá para mudá-la na mão na hora de clicar ou posteriormente, usando o software fornecido em um computador (o formato 3D da Fujifilm armazena as imagens “descombinadas” até que você as exporte em um formato 2D comum). Mas isso tudo não se compara à dificuldade de exibir as imagens tridimensionais de um jeito fácil para que o olho e o cérebro humano as processem. Muitos métodos já foram usados ao longo dos anos, cada um com seus prós e contras. Alguns dos mais bemsucedidos separam fisicamente as imagens do olho esquerdo e olho direito com lentes ou visualizadores especiais, mas eles são desajeitados e restringem o tamanho da imagem. O sistema 3D ideal não exigiria equipamento para visualização, permitiria que imagens maiores fossem vistas, ou as duas coisas. Três métodos são usados: visualização livre lado a lado, óculos 3D e displays lenticulares.As imagens tridimensionais vieram para redefiniro mundo da fotografia? Conheça as novas tecnologias e decida.
Esta imagem aparecerá em 3D quando vistas com os óculos apropriados, com o filtro vermelho sobre o olho esquerdo e o azul sobre o olho direito

A visualização livre é método o mais simples, mas requer concentração e destreza visual. Você pega as duas fotos e as exibe lado a lado. Veja o quadro na página seguinte para descobrir como visualizá-las.

Essa técnica não é simples de fazer, e um sistema bem mais confiável se faz necessário, caso o 3D tenha de funcionar em escala comercial. Isso foi conseguido com os óculos 3D coloridos. Eles foram populares na década de 1950, mas o princípio, chamado anaglifo, é perfeitamente válido ainda hoje. Recentemente foi usado em programas de televisão e em ensaio sensual numa revista masculina. As “lentes” dos óculos (normalmente, um filme plástico transparente) têm duas cores contrastantes que respondem a fotos 3D especialmente processadas, consistindo em duas imagens estereoscópicas sobrepostas. Graças aos filtros coloridos, o olho esquerdo vê somente a imagem destinada ao olho esquerdo, o outro olho vê a imagem direita, e o cérebro “decodifica” o 3D. Funciona, mas surgem efeitos de cor residuais na visão e, quando você estiver sem os óculos, os objetos apresentarão uma franja colorida. Portanto, o sistema é bem limitado, e embora seu uso traga um gostinho de novidade, ele logo se desgasta e se torna uma inconveniência que adoraríamos evitar.

É por isso que os displays lenticulares estão rapidamente ganhando terreno como a melhor solução para exibição em 3D. Mesmo esses não são novidade. O que aumenta seu interesse hoje em dia, porém, é que as técnicas modernas de fabricação possibilitam produzi-los por um preço e um nível de exatidão óptica que não era possível antes, chegando mesmo ao ponto de ser possível fabricar TVs 3D que não necessitam óculos.

O princípio não é muito complicado. Como nos outros métodos, a ideia é tornar uma imagem visível apenas ao olho esquerdo e outra apenas ao olho direito. Isso é feito “entrelaçando” as duas imagens em finas tiras verticais alternadas e fazendo com que o olho esquerdo veja apenas as “tiras” da imagem “esquerda” e o olho direito apenas as da imagem “direita”. Isso pode ser feito com uma espécie de defletor cuidadosamente posicionado acima da imagem, e o visualizador Real 3D Viewer da FujiFilm usa esse “Sistema de Barreira de Paralaxe” para produzir seu efeito tridimensional. Outro método é redirecionar opticamente as imagens direita e esquerda com prismas. O display na parte de trás da câmera Real 3D usa esse método, que a Fujifilm chama de “Sistema de Controle da Direção da Luz”. Outros displays 3D usam microlentes para obter um resultado semelhante, defletindo a luz de tal maneira que os olhos esquerdo e direito veem duas imagens separadamente. Essa é a tecnologia que poderá alimentar a próxima geração de TVs 3D. Pode soar como ficção científica, mas os princípios ópticos são bem conhecidos e os métodos de fabricação já foram testados e experimentados, embora não necessariamente nessa escala ou com esse tipo de resolução. De fato, todos já vimos muitos exemplos de displays 3D. Entre eles estão as telas de propaganda em terminais de aeroportos, por exemplo, ou adesivos “holográficos” em embalagens. O que falta é um jeito de produzir equivalentes em alta resolução a um preço acessível para o mercado da fotografia 3D. As impressões tridimensionais da FinePìx W1 devem ser enviadas ao Japão para ser processadas. Trata-se de um serviço especializado que exige uma fábrica construída só para isso, mas é claro que se o 3D ganhar espaço, laboratórios 3D independentes poderão aparecer perto de nossa casa.

Se você visitar o site de impressão da Fujifilm (www. fujifilmreal3d.com), verá no guia que existem algumas restrições e limitações para tirar fotos 3D. Não basta só apontar e clicar – pelo menos, não ainda. É preciso ter esmero, atenção e ater-se a certos tipos de assuntos.

Por fim, vale a pergunta: por que a fotografia 3D não “pegou” antes? Não foi necessariamente por falta de tecnologia; já é possível fazer e ver imagens estereoscópicas há mais de um século. O problema real é a demanda comercial por esse tipo de coisa. O efeito de profundidade pode impressionar, mas será algo essencial? Já obtemos muita satisfação e inspiração com imagens bidimensionais comuns, e para muitas pessoas o 3D será uma novidade visual fascinante, mas não necessariamente aumentará o significado e a importância da imagem em si, podendo inclusive restringir o tipo de imagem a ser produzido.

O contra-argumento a favor do “estéreo” é que ele poderá fazer pela fotografia aquilo que fez há 50 anos pela música, acrescentando uma profundidade e uma riqueza que nunca haviam sido possíveis antes. Só o tempo dirá se isso irá se realizar.

As imagens tridimensionais vieram para redefiniro mundo da fotografia? Conheça as novas tecnologias e decida.


A fotografia estereoscópica já existia e nunca causou grande impressão no mercado fotográfico. Por que a tecnologia Real 3D da Fujifilm faria melhor? É que o 3D vem ganhando terreno em três áreas distintas, não apenas uma, e pode muito bem atingir a “massa crítica” que estimula a demanda no mercado de consumo. O cinema 3D voltou aos holofotes, graças a filmes como o Avatar de James Cameron, e muitas marcas de TVs desenvolveram modelos 3D na esteira desse sucesso. As telas Bravia 3DTV da Sony necessitam óculos especiais com “obturadores eletrônicos” que exibem a imagem em cada olho em sincronia com sua geração na tela. Os aparelhos lenticulares WOWvx da Phillips já não exigem óculos de nenhum tipo; a empresa afirma que o efeito funciona em um ângulo de visão bastante amplo, permitindo que várias pessoas vejam a tela ao mesmo tempo.

Como são produzidas as fotos em 3D

ASSUNTO ADEQUADO

Em princípio, todo assunto é adequado para uma foto 3D. Figuras mais próximas são geralmente melhores, porque a linha-base fixa entre as lentes faz o efeito enfraquecer com a distância.

 

O QUE A CÂMERA REGISTRA

A câmera faz duas fotos simultaneamente. Como a posição das duas lentes varia, a perspectiva apresenta uma diferença sutil ou relação de paralaxe entre os objetos a diferentes distâncias.

 

COMBINAÇÃO DAS IMAGENS

Na fotografia estereoscópica tradicional, as duas imagens seriam armazenadas separadamente. Na FinePix W1, elas são mescladas em uma única imagem tridimensional, que usa a correção de paralaxe para alinhar as imagens gêmeas.

 

EXIBIÇÃO DAS IMAGENS

Você precisa de um meio especial de exibição para criar o efeito de 3D. Isso pode ser obtido com um display lenticular, que entrelaça ambas as imagens e usa lentes ou barreiras de paralaxe para garantir que o olho esquerdo veja apenas a imagem da esquerda e o olho direito, apenas a da direita.

Faça você mesmo!

A “visualização livre” é o tipo mais difícil de 3D, mas você pode experimentá-lo sem nenhum equipamento especial e usando a sua própria câmera. O segredo está na maneira como você visualiza as imagens, que vem explicado abaixo. Primeiro, entretanto, é preciso fazer as fotos. Basta tirar uma foto, mover a câmera alguns centímetros para o lado e tirar outra. É melhor usar um tripé, mas caso não possa, tente manter o enquadramento de ambas as fotos tão similar quanto possível. Imprima as duas imagens lado a lado. É necessário desenvolver a técnica correta para enxergar o efeito 3D:

A Eis as duas imagens lado a lado como você as vê normalmente (a propósito, o que mostramos aqui é apenas uma ilustração e, embora você possa praticar com estas fotos, elas não mostrarão um efeito 3D).

B  Olhe para estas imagens, mas focalize os olhos deliberadamente “atrás” delas, no infinito. isso criará duas imagens “fantasma” adicionais. Mas, controlando o foco de seus olhos, você poderá sobrepor as duas imagens “fantasma” centrais. afaste a revista um pouco para facilitar.

C Você precisa relaxar e permitir que a imagem central sobreposta entre em foco “sozinha”; não adianta tentar “forçá-la”. Se tudo der certo, a imagem central assumirá uma impressionante aparência tridimensional.

GIF (Graphics Interchange Format, que se pode traduzir como “formato para intercâmbio de gráficos”) é um formato de imagem de mapa de bits muito usado na internet, tanto  para imagens fixas, quanto para animações. Gif’s Animados em 3D viraram uma febre. Estão sendo muito usados para pôsters de filmes.

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Postado por: Flavio Vanci

 

Design Automotivo

O processo de design automotivo tem se expandido e aprimorado de forma a acompanhar a inserção do design como área estratégica no negócio automotivo.

O processo do design automotivo, segundo o site do Design Council está interligado ao branding, à usabilidade, à segurança veicular, à sustentabilidade e à tecnologia.

Opel RAK e Concept preview

A definição estética passa pela seleção de materiais com grande potencial de inovação e que sejam potencialmente sustentáveis. Diversos sites se dedicam ao tema, oferecendo fontes valiosas de informação e ricas bibliotecas virtuais, como o www.materialconnexion.com,www.materio.frwww.designafairs.com e www.architonic.com.

Mercedes-Benz Advanced Design Studio in Tokyo: design gallery

O processo de design automotivo é caracterizado por uma ênfase em técnicas de representação, combinando o desenho gestual,recursos sofisticados de modelagem 3D e realidade virtual. Diversos sites abordam o assunto, como o www.carbodydesign.com e www.designertechniques.com

                                      Volvo Concept You: preview video

Vale ressaltar um dos melhores e mais conceituados Designer Automotivo o Chip_Foose !

Chip Foose  nasceu em Santa Barbara, Califórnia, no dia 13 de Outubro de 1963.

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