Motion Graphic

Motion graphic é o termo utilizado para as animações que reúnem elementos gráficos e textos, atualmente utilizados amplamente pela indústria televisiva. No campo cinematográfico, a técnica é bastante recorrente e possibilita desde a criação de vinhetas até a inclusão de efeitos na pós-produção. O termo é relativamente novo e ainda não há uma “aceitação universal” sobre sua definição e nem muitos estudos ou publicações teóricas sobre o assunto. As produções de Saul Bass entre as décadas de 1950 e 60, por exemplo, não eram reconhecidas por esse título, mas tudo indica que John Whitney, seu parceiro em alguns trabalhos, foi o primeiro a cunhar o termo ao fundar sua empresa Motion Graphics Inc. em 1960.

Com o advento da tecnologia gráfica, a partir da segunda metade do século XXI, artistas experimentavam criações com colagens e fotomontagens em técnicas de animação convencional e trucagem diretamente nas películas cinematográficas, acrescentando movimento e tempo as imagens bidimensionais. Durante a década de 80, o início da computação gráfica possibilitou o desenvolvimento das ferramentas de animação e a televisão foi uma das maiores adeptas das imagens em movimento por meios eletrônicos. O computador permitia a combinação e manipulação de camadas de todos os tipos de imagens (fotografias, vídeos, ilustrações, etc.) e uma retomada a linguagem das fotomontagens animadas.

Nos anos 90 o acesso aos computadores de uso pessoal se tornou mais acessível e mais praticantes puderam aprender sobre as técnicas. E já no século XXI, o avanço tecnológico se incorpora a cada versão, resultando numa quantidade imensa de ferramentas digitais e possibilidades de criação.

É comum definir motion graphics como o “design gráfico em movimento”, mas sinteticamente a animação motion graphics é um estilo que permite misturar e manipular além dos elementos gráficos bidimensionais, como a tipografia ou ilustrações, também as imagens temporalizadas em movimento para criar uma composição de camadas imagéticas através do espaço-tempo, adicionando ou não elementos sonoros.

O Design Gráfico no Motion

As experimentações do design gráfico no cinema e na televisão foram responsáveis pela identidade do motion graphics que conhecemos hoje. O mais famoso expoente do anos 50 e dono das mais sofisticadas vinhetas foi o designer Saul Bass que animava tipografia e elementos bidimensionais. Saul Bass é até hoje considerado o “gênio da animação motion graphics“, por muitos designers por aí afora.

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