Impressoras ecológicas

         Para aqueles que são loucos por ecologia… cada dia mais as grandes empresas estão precocupadas em passar uma imagem de “ecologicamente correta”, mas nem sempre isso é totalmente verdade, se usa papéis 100% recicláveis, mas as tintas dos cartuchos continuam sendo carregados  de produtos químicos que não só afetam o meio ambiente como a nossa saúde. Mas nem tudo está perdido, existe novos conceitos que ainda não são perfeitos, mas que já são um começo.

            Como esses quatro conceitos de novas impresssoras:

Impressora Lápis, criada pelo designer Hoyoung Lee, isso mesmo, ao invés de tinta usa-se lápis. Um sistema elétrico separa a madeira do grafite para imprimir seus documentos. Além disso, é possível apagar o que foi impresso. Basta colocar uma borracha em um compartimento interno do aparelho. Uma boa economia de papel e o fato de não desperdiçar aqueles pedaços de lápis que sempre sobram.

Impressora borra de café, o segundo conceito é a impressora RITI, criada pelo coreano Jwon Huan Ju. A idéia desta impressora é usar borra de chá ou café como tinta – obviamente só faz impressões monocromáticas- após acabar de tomar seu café, põe um papel na impressora, pega a borra e coloca no recipiente e comece a movê-lo da esquerda para direita para ter seu texto impresso. Isso aí, ela só funciona manualmente!

O terceiro conceito é a impressora japonesa PrePeat RP-3100. A proposta desta impressora é não usar tinta nem papel. Esta impressora usa um sistema de sensibilização térmica. O papel utilizado por ela é feito de tereftalato de polietileno (PET). Sobre ele há uma camada de pigmentos químicos sensíveis ao calor que formam as impressões em branco ou preto. A vantagem é que esse papel pode ser apagado e reimpresso por cerca de 1.000 vezes. O único problema é que ela custa, cerca de 6 mil dólares o equipamento e 3 dólares cada folha. Tudo pelo bem do meio ambiente!

E ainda têm a inovação da poderosa Toshiba com a impressora que apaga sua própria impressão. A fotocopiadora utiliza o calor para “apagar” os documentos impressos. O papel é inserido num equipamento especial e aquecido até determinada temperatura, fazendo com que o conteúdo impresso seja totalmente apagado.
Para que isso seja possível, além da máquina apagadora, a Toshiba utiliza um toner especial. O pó utilizado perde a cor quando aquecido, dando a impressão que o conteúdo foi realmente apagado da folha. Esse toner superpoderoso é oferecido pela também japonesa Pilot.
As folhas podem ser reutilizadas até cinco vezes e a copiadora é capaz de fazer de 20 a 30 cópias por minuto. Estima-se que este aparelho custe até 30% a mais do que as máquinas similares presentes actualmente no mercado.

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