SER DESIGNER É – GABRIEL ANTONIO DA CRUZ

· ter o despertador avisar a hora de ir dormir, e não a hora de acordar;
· ter uma diéta a base de café, Coca-Cola e RedBull;
· ter fones de ouvidos quase implantados na sua cabeça;
· tomar café da manhã, almoço e janta ao mesmo tempo;
· ter os amigos dizerem “Que bonito isso!” mas não entenderem o conceito;
· refazer um job pois ninguém entendeu o conceito;
· ter mais fotos de coisas do que de sua família;
· saber usar o Photoshop, Illustrator, InDesign e Dreamweaver mas não entender como rodar o Excel;
· comprar revistas de R$ 50 mas não ter tempo de ler;
· não conseguir olhar para qualquer coisa gráfica sem tentar melhorá-la na sa cabeça;
· não conseguir andar pelo shopping sem criticar embalagens de produtos;
· ouvir sua vó lhe apresentar orgulhosamente como “artista” para amigos;
· ter sua mãe achar que você trabalha com computadores;
· ser confundido como “técnico em informática” pois “você passa muito tempo na frente daquele tal computador”;
· cobrar o cliente constantemente o briefing e materiais para não estourar o cronograma;
· ter o cliente demorar para enviar o briefing e materiais e depois reclamar que você está estourando o cronograma;
· terminar o projeto após 3 meses e 20 rodadas de aprovação para o cliente dizer “não sei…acho que não ficou muito legal”;
· passar metade do projeto convencendo o cliente que você sabe o que está fazendo;
· passar a outra metade do projeto explicando ao cliente que você está cobrando pelo seu conhecimento;
· ter alguém dizer “Meu sobrinho também faz dizáin“. E quando questionado sobre em qual período ele se encontra, escutar um “Tá terminando o Ensino Médio”;
· acordar se sentido um “garoto de programa” pensando em duas coisas: 1) você precisa parar com isso. 2) você precisa cobrar mais caro por isso;
· passar metade da vida falando pra todo mundo que “logomarca” não existe;
· desistir de ensinar a todo mundo que “logomarca” não existe;
· estranhar aquela luz amarela no céu quando você finalmente sai de casa durante o dia;
· ter que explicar a um cliente que uma gráfica não imprime uma imagem JPG com resolução de 72dpi e em RGB para fazer um outdoor;
· ter que explicar ao cliente o que é JPG, dpi, RGB e “cêmique“;
· ter que explicar que Pantone não é aquele pão com frutas cristalizadas que vendem no natal;
· acordar dia após dia, sabendo que essas coisas nunca vão mudar e mesmo assim pensar: “Eu não me vejo fazendo nada melhor na vida. Amo tudo isso

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